sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dívida Privada na Origem da Crise

A pressão especulativa dos benditos mercados financeiros – justamente apelidados de pura máfia por economistas considerados acima de qualquer suspeita revolucionária ou fracturante relativamente ao sistema dominante - sobre o financiamento externo do país, mantém-se impiedosa e agreste. Não obstante um ligeiro afrouxamento, por via da intervenção do Banco Central Europeu (BCE) que há poucos dias anunciou a satisfação ilimitada do conjunto das necessidades de liquidez da Banca pelo menos até ao final do 1.º Trimestre de 2011. Ao mesmo tempo que reiterou a vontade de prosseguir com a compra da malfadada dívida pública ou soberana nos mercados secundários.

Conhecendo-se as regras de jogo da economia de casino não se percebe como o BCE não só não actuou mais cedo e com maior determinação e clareza, como também não se descortina o pudor - só explicável pelo culto da ortodoxia neoliberal – em persistir na recusa em ceder liquidez directamente aos Estados-Membros do Euro em dificuldades e efectuar operações de aquisição da dívida pública no mercado primário, i.e., comprar directamente aos Estados.

Leia o artigo na íntegra em Terra Ruiva

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mais umas achegas sobre a crise

A ditadura e o domínio avassalador do capital financeiro mantêm-se em toda a linha e a ditar leis à esfera política e ao regime democrático, como se a brutalidade da crise económica, social e financeira, gerada pelos devaneios da Banca, ganância dos especuladores e apetite voraz dos grandes grupos económicos – que se guiam segundo os dogmas do neoliberalismo  e o endeusamento dos  mercados -  não devesse servir de lição, e obrigasse à rotura de paradigma e modelo de desenvolvimento. Nada disto está a acontecer, para mal dos povos, massa trabalhadora, micros, pequenos e médios empresários, outros sectores e estratos sociais menos favorecidos de países periféricos como Portugal.

Leia o artigo na íntegra em Terra Ruiva


Escola Secundária de Silves vai entrar em obras!


Nos próximos dias iniciar-se-á a instalação dos chamados monoblocos que, dotados de condições razoáveis de conforto, permitirão o início das obras de profunda remodelação da cinquentenária escola, e o prosseguimento das actividades lectivas. Prevê-se que a execução da empreitada - adjudicada ao consórcio de empresas Bemposta/CME -, se prolongue ao longo de 18 meses. Os trabalhos desenvolvem-se em duas fases. A primeira fase envolve a remodelação da "ala das oficinas" e a construção nova: (1) constituída pela criação de ala parelela ao corpo das actuais oficinas, com 1.º e 2.º pisos. No 1.º piso nascerá o espaço da Biblioteca, Bar e zona de convívio dos alunos, assim como a nova entrada principal da escola (com auditório localizado na sua parte superior) com acesso a partir do Lg da República, enquanto o 2.º piso é destinado a salas de aula; (2) constituída pela edificação de Ginásio Semi-Coberto na zona entre o Bloco Principal e o Bloco da Cantina.
A segunda fase da empreitada envolve a remodelação do Bloco Principal e do Bloco do Ginásio/Cantina.
A intervenção na Escola Secundária de Silves, em simultâneo com outras 7 Escolas Secundárias do Algarve (e outros estabelecimentos congéneres de diversas regiões do país) é efectuada ao abrigo do Programa Nacional de Modernização das Escolas Secundárias e sob a égide da Empresa Pública Parque Escolar, directamente criada para o efeito.
Após a conclusão das obras daqui a cerca de 2 anos, seguramente, nada será como dantes!